Parceiros

Devido a total falta de tempo dos administradores dos blogs Cogumelomoon ( Cogumelo e O-Catarina ), estamos precisando de ajuda nas repostagens de links e até na continuação das novas postagens, já que esta mesmo impossivel de continuarmos com o blog no momento. Será de grande importancia qualquer ajuda para não deixar os blogs morrerem por inanição. hehehe !
Quem se interessar pode mandar e-mail para cogumelomoon@hotmail.com ou deixe recado aqui mesmo. Desde já agradecemos a ajuda de todos !!!!

Nasce a Diversão Garantida.com

A Diversão Garantida.com vem pra dar continuidade a história do Cogumelomoon. Web Radio com 4 canais de stream 24h, a Diversão passeia pelos estilos mas variados mais sempre com a preocupação de tocar música de qualidade. Muito Rock 'n' Roll, Música Brasileira, Pop Rock, Jazz, Soul, Blues, Reggae, enfim, tudo pra deixar vc na boa. Escolha um dos canais e manda ver !!!!

60's & 70's Brasil -
Cantores (as) & Instrumentistas

Este Blog, tem o propósito de resgatar a música
maravilhosa de artistas que fizeram a cabeça
de uma geração, levando assim, a quem
possa interessar, o prazer de relembrar,

ou conhecer o que rolou na época !!!

-
Cogumelomoon Blogs:

60's & 70's Brasil - Bandas

60's & 70's Brasil - Cantores (as) & Instrumentistas

80's Brasil - Pop/Rock

Miscelânea

Cogumelomoon Radio Blog

Fale com Cogumelomoon & O-Catarina Email:
cogumelomoon@hotmail.com
o-catarina@hotmail.com

Roberto Carlos - 1ª Parte = Anos 60

Capixaba de Cachoeiro do Itapemirim, aos 9 anos já chamava a atenção na rádio local imitando o cantor Bob Nelson. Aos 12 mudou-se para Niterói com a família, e começou a fazer amizades com outros rapazes que gostavam de música, especialmente o rock'n'roll que vinha dos Estados Unidos. Em 1957 formou com alguns amigos, inclusive Tim Maia, o conjunto "Os Sputniks". No ano seguinte já era integrante do "The Snakes", junto com Erasmo Carlos. Com esse grupo chegou a participar do programa Clube do Rock, de Carlos Imperial, na TV Continental. Gravou alguns compactos no final da década de 50 e em 1961 lançou o primeiro LP, "Louco por Você". A partir daí passou a investir, com apoio da gravadora CBS, no incipiente mercado de música jovem. Para isso juntou-se ao amigo Erasmo e passou a fazer versões e compor músicas como "Splish Splash", "O Calhambeque", "É Proibido Fumar" e outras que visavam ao filão juventude transviada, criando o primeiro movimento de rock feito no Brasil. Em 1965 estreou, ao lado de Erasmo e Wanderléa, o programa Jovem Guarda, na TV Record, que daria nome ao movimento. O desafio do programa era manter a elevada audiência das tardes de domingo, até então garantida pela transmissão dos jogos de futebol e agora ameaçada, já que as transmissões haviam sido proibidas. O programa não só manteve a audiência, como conseguiu aumentá-la. Roberto Carlos foi um dos primeiros ídolos jovens da cultura brasileira. Além do programa e dos discos, estrelou filmes, inspirados no modelo lançado pelos Beatles nos anos 60. O primeiro longa, "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura", foi lançado em 1967, seguido por "Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa" e "Roberto Carlos a 300km por Hora". Leia Mais....
-

Roberto Carlos - 2ª Parte = Anos 70

Nos anos 70, com o esmorecimento do movimento da Jovem Guarda, muda de estilo e torna-se um cantor e compositor basicamente romântico. Foi a partir daí que seu público-alvo deixou de ser o jovem e passou a ser o público adulto. Nessa linha, seus grandes sucessos são "Detalhes", "Emoções", "Café da Manhã", "Força Estranha", "Guerra dos Meninos", "Fera Ferida", "Caminhoneiro", "Verde e Amarelo". Recentemente passou a dedicar-se mais ao filão religioso de sua obra, com o sucesso da música "Nossa Senhora". A carreira de Roberto Carlos é superlativa. Desde 1961 conseguiu a incrível façanha de lançar um disco inédito por ano, interrompida apenas em 1999 por causa da doença de sua então esposa, Maria Rita, que viria a falecer. Nos últimos anos esse lançamento acontece invariavelmente no Natal. Seus discos já venderam milhões de cópias e bateram recordes de vendagem (em 1994 bateu a marca de 70 milhões de discos vendidos). Fez milhares de shows em centenas de cidades, no Brasil e no exterior. Seu fã-clube é um dos maiores de todo o mundo. Dezenas de artistas já fizeram regravações de suas músicas. Já lançou discos em espanhol e inglês, em diversos países. Atualmente continua se apresentando com freqüência e todo ano produz um especial que vai ao ar na semana do Natal pela TV Globo, mesma época do lançamento dos seus discos anuais. Leia Mais...
-






Ronnie Von

Nasceu em Niterói (RJ) e teve uma infância e adolescência normais de um jovem de classe média. Nos anos 60 participou de programas de calouros interpretando músicas dos Beatles. Em seguida gravou um compacto com "You've Got to Hide Your Love Away" e "Meu Bem", versão de "Girl", ambas de Lennon e McCartney. Outros sucessos foram "Pequeno Príncipe", "A Praça" (Carlos Imperial) e "Escuta, Meu Amor" (Arnaldo Sacomani). Desde então tornou-se um ídolo da juventude, sendo apresentador, em 1966 do programa O Pequeno Mundo de Ronnie Von, da TV Record. Foi um dos principais cantores e galãs da Jovem Guarda, e continua se apresentando com repertório de músicas românticas e da década de 60.
-

Erasmo Carlos

Compositor de muitos dos hits imortais da Jovem Guarda ao lado de Roberto Carlos, o “Tremendão” Erasmo Carlos é peça fundamental na construção da identidade do rock brasileiro. Nascido na Tijuca, Rio de Janeiro, começou a carreira em 1958 como cantor do The Sputniks, já na mesma turma de Roberto e Tim Maia. Depois de passar pelo grupo Renato e Seus Blue Caps, começou a fazer sucesso em 1964 com a música “Festa de Arromba”, já em carreira solo. Foi convidado no ano seguinte para ser o apresentador, ao lado de Roberto e Wanderléa, do programa Jovem Guarda da TV Record, que viria a ser o principal canal para os artistas do movimento. Com uma carreira de mais de vinte álbuns e algumas participações no cinema, Erasmo ficou à margem da mídia durante boa parte dos anos 90, até ser contratado pela Abril Music em 2000 e reaparecer com o disco “Pra Falar de Amor”.
-

Tom Zé

Compositor, cantor, arranjador e ator nascido em Irará (BA), Tom Zé é uma das figuras mais originais e controvertidas da MPB. Aprendeu a gostar de música ouvindo rádio em sua cidade natal a ponto de decidir estudar música na Universidade da Bahia, em Salvador. Lá teve aula com Koellreuter, Smetak e Ernst Widmer, e aprendeu harmonia, contraponto, composição, piano, violoncelo. No começo da década de 60 conheceu Gilberto Gil, Gal Costa, Caetano Veloso e Maria Bethânia, com quem montou um grupo para os espetáculos "Nós, Por Exemplo" e "Velha Bossa Nova e Nova Bossa Velha". Com esse grupo foi para São Paulo, onde participou do espetáculo "Arena Canta Bahia" e do disco-chave para o movimento tropicalista, "Tropicália ou Panis et Circensis", lançado pela Philips em 1968 e que continha sua composição "Parque Industrial". No mesmo ano conseguiu o primeiro lugar no Festival de MPB com "São São Paulo, Meu Amor" e apareceu seu primeiro LP individual, "Tom Zé", seguido por outros discos na década de 70. Seu álbum "Todos os Olhos", de 1973, foi considerado inovador demais, e não teve boa aceitação, afastando Tom Zé da mídia brasileira, a despeito do imenso sucesso de seus conterrâneos. Gravou outros discos de menos sucesso, como "Correio da Estação do Brás" (1978) e "Nave Maria" (1984). No fim da década de 80 sua carreira deu uma reviravolta quando o músico David Byrne descobriu num sebo o inovador "Estudando o Samba", LP em que Tom Zé (com parceiros como Elton Medeiros) mexe nas estruturas do principal gênero musical do país. Fascinado, Byrne lançou o compositor no mercado internacional por meio de seu recém-criado selo, Luaka Bop. O disco "The Best of Tom Zé", editado por Byrne em 1990 foi aclamado pela crítica, ficando entre os dez melhores da década em todo o mundo, na avaliação da revistas Rolling Stone. Excursionou pela Europa e Estados Unidos durante a década de 90, com bastante sucesso, o que só se refletiu no Brasil em 1999, com o lançamento de seu CD "Com Defeito de Fabricação" no Brasil. A partir daí Tom Zé voltou ao cenário da música brasileira. Entre suas músicas destacam-se "Mã", "Um 'Oh!' e um 'Ah!'", "Nave Maria", "Cademar" (com Augusto de Campos), "Xiquexique" (com José Miguel Wisnik).
Biografia: Cliquemusic
-
Compactos: Aqui !

Jorge Mautner

Poeta, escritor, violinista, pianista, bandolinista, compositor, cineasta, artista plástico e cantor, Jorge Mautner é uma da figuras que receberam o estranho rótulo de "malditas" da arte brasileira. Começou como escritor e jornalista, tendo publicado seu primeiro livro, "Deus da Chuva e da Morte", aos 21 anos, em 1962. Em 1965 lançou eu primeiro compacto ("Radioatividade" e "Não Não Não"), e passou a tocar em bares e casas noturnas de São Paulo. Entre as décadas de 60 e 70 morou nos Estados Unidos e na Inglaterra, onde exerceu intensa atividade literária, musical e cinematográfica. Em 1972 gravou seu primeiro LP (o ao vivo "Para Iluminar a Cidade") e compôs ao lado de Nelson Jacobina - seu parceiro mais constante - o sucesso "Maracatu Atômico", gravado por Gilberto Gil em 1973 e regravado por Chico Science e Nação Zumbi em 1996.
-

Jards Macalé

Cantor, violonista, compositor, arranjador e ator, o carioca Jards Anet da Silva viveu desde cedo em meio à música, seja ouvindo, tocando ou estudando, chegando a trabalhar como copista do maestro Severino Araújo. No futebol, porém, era uma negação: ganhou dos amigos de pelada o apelido de Macalé em "homenagem" ao pior jogador do Botafogo da época. Amigo dos músicos baianos, em 1966 dirigiu um show de Maria Bethânia. Acompanhou de perto o Tropicalismo e, em 1969, entrou sob vaias no IV Festival Internacional da Canção, numa teatral apresentação do rock "Gotham City". Em 1970, Macalé foi a Londres em encontro dos baianos exilados. Com músicas gravadas por Gal Costa ("Hotel das Estrelas", "Vapor Barato"), Maria Bethânia ("Anjo Exterminado" e "Movimento dos Barcos") e Clara Nunes ("O Mais-Que-Perfeito"), resolveu fazer, na volta para o Brasil, seu primeiro LP solo, "Jards Macalé" (1972). No ano seguinte, gravou ao vivo, com vários artistas, o "Banquete dos Mendigos", disco duplo para comemorar o 25º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Censurado, o álbum só saiu anos mais tarde. Em 1974, Macalé lançou o LP "Aprender a Nadar", apresentando a linha de morbeza (morbidez + beleza) romântica do parceiro Waly Salomão. Num dos vários lances de irreverência de sua carreira, alugou uma das barcas da Cantareira para fazer o lançamento do disco e terminou o show jogando-se no mar.Biografia: Cliquemusic
-

Walter Franco

Filho de um vereador socialista paulista, nascido em uma família ligada às artes, começou a vida artística por meio da poesia, e em seguida estudou arte dramática na Universidade de São Paulo, época em que começou a compor música para peças de teatro como profissional, estreou com a música "No Fundo do Poço", tema da novela "O Hospital", da TV Tupi, em 1971. Participou de vários festivais de música, obtendo o terceiro lugar com "Sol de Vidro" (com Eneida) em 1971. Ganhou um prêmio especial com "Cabeça", em 1972, e uma das maiores vaias dos festivais pela estrutura revolucionária da música que superpõe sons e interrogações sem a hierarquia melódica convencional. No ano seguinte lançou seu primeiro LP individual, "Ou Não", um ousado e autoral projeto sonoro de vanguarda, recorde de devolução nas lojas. No final dos anos 70 sumiu do meio artístico depois de lançar o LP "Revolver" em 1975, tendo apenas algumas composições gravadas por Chico Buarque ("Me Deixe Mudo"), Wanderléa ("Feito Gente") e Macalé ("Cachorro Babucho"). Em 1984 voltou ao noticiário com a utilização de sua música "Seja Feita a Vontade do Povo" na campanha das Diretas. O grupo punk Camisa de Vênus recriou outra de suas participações em festivais, "Canalha", de 1979.
-

Pepeu Gomes

Na adolescência aprendeu violão, guitarra e bandolim. Foi guitarrista do grupo Novos Baianos na década de 70 e partiu para a carreira individual com o final do grupo, por volta de 1978. É desse ano o primeiro LP solo, "Geração de Som", totalmente instrumental. Na companhia da mulher, a cantora Baby Consuelo (depois Baby do Brasil), virou um ícone de roqueiro nos anos 80, época em que passou a cantar também. Nessa fase, o maior sucesso foi "Masculino e Feminino", disco gravado nos Estados Unidos cuja faixa-título foi muito executada pelas rádios. No final da década de 80 voltou-se para a música instrumental, participando de festivais de jazz e lançando, em 1989, "Instrumental On The Road". Nos anos 90 dedicou-se mais a seu trabalho como guitarrista, relendo velhos sucessos como os chorinhos "Brasileirinho" (Waldir Azevedo) e "Noites Cariocas" (Jacob do Bandolim), presentes no início de sua carreira e que fizeram sua fama de virtuose.
-

Gerson Conrad & Zezé Motta

Tornou-se conhecido nacionalmente a partir de 1973 como integrante do grupo Secos & Molhados. Musicou o poema "Rosa de Hiroshima", de Vinicius de Moraes, que se tornaria um dos sucessos do primeiro LP do grupo. Com o término do conjunto, em 1974, uniu-se ao letrista Paulo Mendonça e à cantora e atriz Zezé Motta, lançando no ano seguinte, em 1975, o LP "Gérson Conrad e Zezé Motta", no qual se destacariam "Trem noturno" e "A dança do besouro".

Zezé Motta

Maria José Motta nasceu em Campos, RJ, em 27 de junho de 1944. Transferiu-se com a família para o Rio de Janeiro aos dois anos de idade. Estudou no Tablado, curso de teatro de Maria Clara Machado.Começou sua carreira como atriz em 1967, estrelando a peça "Roda-viva", de Chico Buarque, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa. Atuou, a seguir, em "Fígaro, Fígaro", "Arena conta Zumbi", "A vida escrachada de Joana Martine e Baby Stompanato", em 1969, "Orfeu negro", em 1972, e "Godspell", em 1974, entre outras.Iniciou sua carreira de cantora em 1971, apresentando-se como crooner das casas noturnas Balacobaco e Telecoteco (SP). Produzida por Guilherme Araújo, apresentou-se em show realizado no Museu de Arte Moderna (RJ).Leia mais...
-

Luiz Melodia

Luiz Carlos dos Santos, Luiz Melodia, nasceu no morro do Estácio, Rio de Janeiro, no dia 7 de Janeiro de 1951. Único filho homem de Oswaldo e Eurídice, descobriu a música ao ver o pai tocando em casa: "fui pegando a viola dele, tirando uns acordes, observando. Ele não deixava pegar a viola de quatro cordas, que era uma relíquia, muito bonita, onde aprendi a tocar umas coisas".
Apesar da precoce afinidade com a música, Luiz acabou contrariando seu pai, que sonhava vê-lo um "Doutor" formado: "ele não apoiava, não dava muita força. Mas não adiantou coisíssima alguma, até porque as coisas foram acontecendo. E depois ele veio a curtir pra caramba. Quando ele faleceu, perdi um grande fã", revela.
Depois de abandonar o ginásio, Melodia passou a adolescência compondo e tocando sucessos da Jovem Guarda e Bossa Nova, com o grupo "Instantâneos", formado com amigos. Esta experiência, juntamente com a atmosfera em que vivia - do tradicional samba dos morros cariocas -, resultaram em uma mescla de influências que renderam a Luiz Melodia um estilo único.
Logo, acabou por chamar a atenção de um assíduo frequentador do Morro do Estácio, o poeta Wally Salomão, e de Torquato Neto. E através de Wally, Gal Costa acabou conhecendo um de seus compositores prediletos, resultando na gravação de "Pérola Negra", no disco "Gal a Todo Vapor", de 1972. Pouco depois era a vez de "Estácio Holly Estácio", ganhar sua interpretação na voz de Maria Bethânia.
Foi nesta época que o artista assumiu então o nome Luiz Melodia - apropriando o sobrenome artístico de seu pai Oswaldo -, e lançou no ano seguinte (1973) seu primeiro e antológico disco "Pérola Negra". Sua postura porém, mantinha a mesma irreverência e inquietude da do garoto que tocava iê-iê-iê nos berços do samba carioca, o que lhe rendeu um estilo e identidade musical inconfundíveis, assim como críticas que o consideravam um artista "maldito", ao lado de nomes como Fagner e João Bosco, por exemplo. "Não éramos pessoas que obedeciam. Burlávamos, pode-se dizer assim, todas as ordens da casa, da gravadora; rompíamos com situações que não nos convinham. Sempre acreditei naquilo que fiz e faço", afirma Luiz.
Sua carreira acabou por consolidar-se no disco seguinte, "Maravilhas Contemporâneas" (1976), popularizado pela canção "Mico de Circo" (1978), que seria gravado no seu retorno ao Rio.

Leia mais..

-

Tim Maia

Pai da soul music brasileira, Tim Maia começou na música tocando bateria, mas logo passou para o violão. Em 1957, fundou no bairro carioca da Tijuca o grupo de rock Os Sputniks, do qual participaram Roberto e Erasmo Carlos. Em 1959, foi para os Estados Unidos, onde estudou inglês e entrou em contato com a soul music, chegando a participar de um grupo vocal, o The Ideals. Em 1969, foi chamado para gravar em dueto com Elis Regina a sua composição “These Are The Songs” no disco da cantora. A projeção rendeu um convite para um LP, “Tim Maia” (1970), que obteve grande sucesso graças às músicas “Primavera” (de Cassiano) e “Azul da Cor do Mar” (de Tim). Nos anos seguintes, mais discos e mais sucessos, como “Não Quero Dinheiro (Só Quero Amar)”, “Réu Confesso”, “Gostava Tanto de Você” (Edson Trindade). Em 1975, convertido à seita Universo em Desencanto, gravou os dois volumes “Tim Maia Racional”, por sua própria gravadora, a Seroma. No ano seguinte, estava de volta à Polydor e ao repertório secular. Mais sucessos seguiram: “Sossego” (do LP “Tim Maia Disco Club”, de 1978). Leia mais...
-

Jorge Ben

Sem bula explicativa e sem contra-indicações, assim é a obra de Jorge Ben Jor. Ele se interessou pela música quando a bossa nova ainda dominava o cenário artístico brasileiro e mundial. Como a maioria dos adolescentes daqueles tempos, seu ídolo era João Gilberto, cuja voz coloquial despertava sua admiração. Mas Jorge Menezes, conhecido no mundo inteiro como Jorge Ben Jor passou a infância ouvindo Luiz Gonzaga e Ataulfo Alves. Em casa seus pais falavam de um certo Nelson Gonçalves que era crooner da orquestra de Severino Araújo. Ainda desta época lembra uma voz em especial, Cauby Peixoto que um dia, décadas depois, viria a gravar uma de suas canções, Dona Culpa Ficou Solteira. Jorge Ben Jor explodiu com a música Mas Que Nada e logo em seguida ratificou seu talento com outro grande sucesso, Chove Chuva. Duas canções que nada tinham a ver com a bossa nova, nem com o samba tradicional. Os puristas achavam que sua música era moderna demais. Era difícil para os músicos da época acompanhá-lo, tanto assim que seus primeiros discos foram gravados com um conjunto que tocava jazz no Beco das Garrafas, o Meireles e os Copa 5. Assim desde o início de sua carreira Ben Jor mostrou-se inovador. Como compositor, cantor, músico, bandleader e arranjador Ben Jor é único. É impossível classificar sua música e seu balanço, que são inconfundíveis. Mas “esse samba que é misto de maracatu”, marca registrada de Jorge Ben Jor, encontrou espaço no mundo todo e tornou-se sucesso universal. Ele é a única unanimidade brasileira. Respeitado e acolhido com respeito, por todos os artistas, em todos os movimentos musicais, desde o pós-bossa nova até nossos dias. Artistas remanescentes da bossa nova, como o Tamba Trio, Pery Ribeiro e Walter Wanderley gravaram Mas Que Nada e outras composições suas. Mas Que Nada foi a única música em português a alcançar o primeiro lugar entre as músicas mais tocadas nos Estados Unidos em todos os tempos. Leia Mais

-

Bebeto

Paulista do bairro do Brás, foi para o Rio de Janeiro em 1978 e virou rei dos bailes de subúrbio. Sua música suingada é derivada da batida de Jorge Ben Jor, realçada por naipes de metais. Em seu repertório dançante inclui, além de sucessos de sua autoria, como "A Beleza É Você, Menina" e "Minha Preta", outros clássicos do balanço como Cassiano, Tim Maia e, é claro, Jorge Ben Jor. Em sua carreira já lançou mais de 20 disco.
-

(1977) Esperanças Mil ( Wanted !!!)

(1979) Cheio De Razão

Cassiano

Cassiano, uma dos grandes nomes da soul brasileira. Grande cantor, instrumentista versátil e um compositor genial. Vamos celebrar a arte do Mestre.
Cantor. Compositor. Guitarrista. No fim da década de 1940 mudou-se com a família para o Rio de Janeiro (RJ). Foi nessa época que aprendeu com o pai os primeiros acordes de bandolim e violão. Trabalhou como ajudante de pedreiro.
No início da década de 1960 fundou o conjunto Bossa Trio, mais tarde denominado Os Diagonais (c/ seu irmão Camarão, Hyldon e Amaro), grupo com o qual viajou por cidades mineiras e baianas.
Em 1969, o grupo gravou pela Epic/CBS alguns compactos e um único LP "Cada um na sua", no ano de 1971, no qual o grupo incluiu "Não dá pra entender" e "Clarimunda", as duas de sua autoria.
Ao lado de Tim Maia, Carlos Dafé, Banda Black Rio, Gérson King Combo e Hyldon, foi um dos precursores da soul music no Brasil. Influenciado tanto pela música negra norte-americana, particularmente Stevie Wonder e Ottis Redding, quanto por Lupicínio Rodrigues. Devido ao comportamento controverso, assim como o do amigo Tim Maia, ambos se auto-intitulavam músicos doidões.
Tocou ao longo da década de 1960 na noite do Rio e de São Paulo. Só viria a se tornar conhecido em 1970, quando participou como guitarrista no primeiro disco de Tim Maia, que gravou duas composições suas em parceria com Sílvio Rochael "Eu amo você" e "Primavera", que logo se tornaram sucessos naquele ano.
Em 1971, lançou pela RCA Victor seu primeiro LP solo "Imagem e som". Neste LP, interpretou "Ela mandou esperar" e "Tenho dito", ambas em parceria com Tim Maia, e ainda "Primavera" (c/ Silvio Rochael) e "Uma lágrima".
No ano de 1973, pela gravadora Odeon, lançou "Apresentamos o nosso Cassiano", disco no qual interpretou dez composições de sua autoria, entre elas "Cedo ou tarde" (c/ Suzana), "Me chame atenção" (c/ Renato Britto) e "Castiçal".
Como cantor e intérprete, fez sucesso em 1976 com "A lua e eu" (c/ Paulo Zdanowski), tema da novela "O grito", da Rede Globo, gravada no LP "Cuban soul". No ano seguinte, obteve novamente notoriedade com a música "Coleção" (c/ Paulo Zdanowski), incluída na trilha sonora da novela "Loco-motivas", também da Globo. No ano de 1978, por motivos de saúde, tendo que retirar um pulmão, foi obrigado a abandonar a carreira de intérprete, porém prosseguiu compondo.
Entre seus sucessos, destacam-se "Mister Samba", gravado por Alcione, e "Morena", por Gilberto Gil.
Em 1988, Cláudio Zoli gravou "Não dá pra entender" (c/ Cláudio Zoli e Ronaldo Santos).
No ano de 1991, participou do songbook de Noel Rosa, editado pela Lumiar, e lançou o disco "Cedo ou tarde", que contou com as participações de Ed Motta, Djavan, Marisa Monte, Luiz Melodia, Sandra de Sá, Karla Sabat e Cláudio Zoli e da banda Dancing Club, formada por ele na guitarra, Silvio da Costa na bateria, Jomar no baixo, Cássia Maria no piano e Júlio Gamarra na percussão. Nesse LP, além de sucessos antigos regravados, constam também novas composições, com destaque para "Know-how".
Em 1998, foi lançada pela gravadora Universal a coletânea "Velhos camaradas" (Cassiano, Tim Maia e Hyldon), disco que reuniu alguns sucessos de cada um dos artistas. No ano seguinte, sua composição "Férias", parceria com Índio, deu título ao disco de Cláudio Zoli lançado pela gravadora Trama.
No ano 2000, pela gravadara Dubas Música, foi lançada a coletânea "Coleções", com várias composições de sua autoria. No ano seguinte, em comemoração aos 100 anos da RCA, a empresa relançou em CD parte de seu acervo, no qual estão incluídos os LPs "Imagem e som" e "Cuban soul". Ainda neste ano, a gravadora Dubas Música, do compositor Ronaldo Bastos, convidou Ed Motta para organizar uma nova coletânea de suas composições. Neste mesmo ano, os Racionais MC's o convidaram para participar do novo disco dos rappers paulistas, e a banda carioca Clave de Soul, em seu primeiro CD, "Dançar é bom", interpretou de sua autoria "Tá dando mole".
Entre suas intérpretes está Nana Caymmi que regravou "Primavera" (c/ Silvio Rochael).

Hyldon

Nascido na Bahia, radicado no Rio de Janeiro e residindo atualmente em Teresópolis, o veterano Hyldon, 52 anos, formou com Tim Maia e Cassiano um dos movimentos mais significativos da música negra, a Soul Music Brasileira, quando o triunvirato freqüentava um barzinho em Copacabana chamado "Vagão" na década de 70. No violão, que passava de mão em mão, foram compostos vários sucessos que atravessaram o tempo como "I don´t know what to do with myself", parceria com Tim Maia.
Hyldon, desde jovem, já sentia a música correndo nas veias. Na adolescência interessou-se pela guitara elétrica e por Iê-iê-iê, por influência de seu primo Pedrinho (integrante do conjunto Os Fevers). Montou uma banda chamada Os Abelhas. Por essa época, sua mãe resolveu voltar para a Bahia. Aos 14 anos tocou guitarra na gravação do disco do conjunto Os Fevers. Logo depois (a convite de Mazzola) passou a trabalhar no selo Polydor (da gravadora PolyGram), como produtor de artistas novos, entre os quais Erasmo Carlos, Jerry Adriani, Wanderléa, Odair José, Adilson Ramos e Wanderley Cardoso, este último gravou de sua autoria "Chove, a natureza chora" e Roberto Livi interpretou "Eu me enganei".
Por essa época, junto com Cassiano, Camarão (irmão de Cassiano) e Amaro, formou o grupo Os Diagonais, grupo com o qual viajou por cidades baianas e mineiras. Trabalhou como guitarrista de Tony Tornado, Frank Landi e de Wilson Simonal. No ano de 1974, lançou o seu primeiro disco, um compacto simples com a canção "Na rua, na chuva, na fazenda - casinha de sapê", seu maior sucesso. No ano seguinte, lançou o seu segundo compacto, também com êxito, apresentando a música "As dores do mundo" Os dois sucessos o levaram a gravar um LP pela Polydor no mesmo ano, "Na rua, na chuva, na fazenda", no qual misturava elementos da música rural com o soul e foram incluídos os sucessos "Na rua, na chuva, na fazenda", "As dores do mundo" e "Na sombra de uma árvore".
Em 1976 gravou o LP "Deus, a natureza e a música". Disco que gravou com os músicos da banda Azymuth. Ainda deste disco destacaram-se as faixas "Pra dizer adeus" (Edu Lobo e Torquato Neto) na qual constou arranjo e performace do pianista Cristóvão Bastos (na época, integrante da Banda Black Rio) e "Primeira pessoa do singular", música de Hyldon com letra de Caetano Veloso. No ano de 1977 gravou o LP "Nossa história de amor". Disco no qual participaram Dominguinhos, Ed Lincoln, Maurício Einhorn e Zé Bodega. Gravou, com sua mulher Zoé Ruth, o disco infantil "A turminha do bebê". Por essa época, compôs o tema "O Seu Boneco é o terror", para o personagem do ator Lug de Paula, produzindo também o álbum.

Leia mais...

-

Carlos Dafé

Compositor. Instrumentista. Cantor. Nascido no subúrbio de Vila Isabel, no Rio de Janeiro. Seu pai, José de Sousa, foi funcionário público e tocador de chorinho. Sua mãe, Conceição Gonçalves, foi poeta e incentivadora da musicalidade dos filhos. Seus irmãos são músicos e compositores: Jorge Badezir (violonista e baixista), Tuninho de Souza (guitarrista e bandolinista), Luiz Carlos (violonista), Paulo César (cantor). Seu filho, Georgemari Dafé, segue os passos do pai e além de cantar e compor, toca cavaquinho e percussão. Sua filha Verônica Dafé, estudou canto na Falarte e atua como cantora e backing vocal em seus shows. Vindo de família de músicos, aos quatro anos já corrigia alguma nota errada que, por ventura, seu pai ou qualquer dos amigos chorões tivesse cometido. Aos 11 anos já estudava no Conservatório de Música. Aos 14 já tocava acordeon e vibrafone em conjuntos e orquestras. Em 1970, fez turnê com o grupo Fuzi 9, do Corpo de Fuzileiros Naval, por Salvador (Bahia), Porto Rico, Martinica e Curaçau. Multiinstrumentista, toca violão, guitarra, baixo, piano, acordeão e vibrafone.
Leia Mais...
-

Dom Salvador

Começou a tocar piano profissionalmente aos 12 anos em Rio Claro (SP) e mais tarde foi para São Paulo, onde se apresentou em diversas boates. Nos anos 60 mudou-se para o Rio de Janeiro, onde integrou o Copa Trio, que tocava em Copacabana e acompanhou Elis Regina, Quarteto em Cy, Jorge Ben. Em 1965 formou outro trio, o Rio-65, que partiu e turnê pela Europa com Edu Lobo, Rosinha de Valença, Silvia Teles e Rubens Bassini. Acabaram gravando um disco na Alemanha. Tocou também nos Estados Unidos com Elza Soares e, de volta ao Brasil, gravou com o grupo Abolição, formado exclusivamente por músicos negros, consolidando o embrião do movimento musical Black Rio. Mais tarde radicou-se nos Estados Unidos.

Biografia:Cliquemusic.
-

(1969) Dom Salvador


(1971) Som, Sangue e Raça

Toni Tornado

Nascido em Mirante de Paranapanema (SP), Antônio Viana Gomes mudou-se para o Rio de Janeiro aos 11 anos, depois de perder o pai. Trabalhou como engraxate, vendedor de balas e outros pequenos serviços até a maioridade, quando entrou para o serviço militar como pára-quedista. Iniciou-se na sua carreira musical como cantor de rock'n'roll, com o pseudônimo Tony Checker, no programa Hoje É Dia de Rock, da Rádio Mayrink Veiga. Depois integrou o grupo de música e dança Brasiliana, e com ele excursionou pelo exterior, passando dez anos fora do Brasil. Morou por três anos em Nova York, onde travou contato com o movimento negro e conheceu Tim Maia. Chegou a ser preso uma vez (no Brasil) por fazer o gesto típico do grupo negro americano Panteras Negras. De volta ao país, trabalhou no conjunto de Ed Lincoln e foi crooner da boate New Holyday, no Rio, onde foi descoberto pelo compositor Tibério Gaspar. Tibério e Antônio Adolfo confiaram a Tornado (acompanhado pelo Trio Ternura) a interpretação de sua composição "BR-3" no V Festival Internacional da Canção, em 1970, obtendo um sucesso avassalador. Outro grande êxito foi "Podes Crer, Amizade". Paralelamente desenvolveu carreira como ator, principalmente a partir da década de 70, quando estreou na minissérie "Jerônimo". Seus papéis de maior sucesso foram no filme "Pixote", nas novelas "Roque Santeiro" e "Sinhá Moça" e na missérie "Agosto". Biografia; Cliquemusic

-

Gerson King Combo

Nascido em Madureira (subúrbio do Rio), Gerson começou carreira fazendo dublagem no programa Hoje é Dia de Rock, de Jair de Taumaturgo. Depois, levado pelo irmão (Getúlio Côrtes, compositor de "Negro Gato"), começou a dançar no Jovem Guarda, de Roberto Carlos. Com a soul music tomando seu corpo, Gerson cantou nas bandas de Wilson Simonal e Erlon Chaves e ajudou a fundar a Banda Black Rio. Mas foi em carreira solo, rebatizado de Gerson King Combo (em homenagem à banda de soul e jazz King Curtis Combo), que ele experimentou o auge de sua popularidade, como o Rei dos Bailes Black cariocas. Os dois volumes da série de LPs "Gerson King Combo" espalharam sucessos como "Mandamentos Black", "Jingle Black" e "O Rei Morreu".
Biografia:Cliquemusic
Saiba mais...

-

Zé Rodrix

Filho de um mestre-de-banda, estudou no Conservatório Brasileiro de Música e na Escola Nacional de Música, onde aprendeu, além de teoria musical, harmonia e contraponto, piano, acordeom, flauta, saxofone e trompete. Integrou em 1966 o conjunto Momento 4uatro, com que se apresentou no III Festival de Música Brasileira da TV Record em 1967, acompanhando Marília Medalha, Edu Lobo e o Quarteto Novo com "Ponteio". No início dos anos 70 foi integrante do Som Imaginário, e continuou atuando como compositor. "Casa no Campo", composição sua e de Tavito, ganhou o festival de Juiz de Fora em 1971 e foi gravada com grande sucesso por Elis Regina. Atuou também ao lado de Sá e Guarabyra, no trio que lançou o segmento rock rural. Integrou também o grupo pré-punk Joelho de Porco. Teve e tem outras ocupações além da música: foi jornalista, professor e cozinheiro e é escritor, tendo lançado o livro "Diário de um Construtor do Templo" em 1999. Com poucos LPs solo gravados, é dono do estúdio A Voz do Brasil, que produz jingles e músicas comerciais.
-
Álbuns Faltantes:
(1978) Hora Extra
(1979) Sempre Livre

Maria Alcina

Nascida na cidade mineira de Cataguases, Maria Alcina começou a cantar ainda em sua cidade natal depois de algumas experiências em teatro. Participou do 1º Festival Audiovisual de Cataguases ainda menor de idade e conheceu alguns dos maiores músicos, compositores e intérpretes da cena musical brasileira da época: Antonio Adolfo (que logo depois daria seu primeiro emprego no Rio de Janeiro), Nelson Motta, Jards Macalé, Torquato Neto e Marcus Vinícius (autor da primeira música gravada por Alcina, “Azeitonas verdes”, lançada em compacto no início da década de 1970). Logo depois de sua bem sucedida participação no festival, Alcina foi tentar a sorte no Rio de Janeiro.No Rio de Janeiro, Alcina trabalhou no escritório da produtora de Antonio Adolfo, a Brazuca, e começou a ter experiências em teatros de revista, junto com a já famosa Leila Diniz, e boates. Protagonizou shows memoráveis na Boate Number One, no circuito cult da cidade. Ainda naquela década, Maria Alcina deixou a cena pós-tropicalista da MPB de pernas pro ar. Depois de gravar um compacto em 71 com a emblemática “Mamãe, Coragem” (Caetano Veloso/Torquato Neto), que Gal Costa cantava no LP Tropicália, ela estouraria no ano seguinte, vencendo o VII Festival Internacional da Canção, na TV Globo, com uma apoteótica interpretação de “Fio Maravilha” (Jorge Ben). Imagine a cena: uma mulata com uma voz rouca bastante masculina, maquiagem extravagante, roupas irreverentes e gestos carnavalescos. Daí as comparações com Carmen Miranda. Leia mais
-

(1974) Maria Alcina

(1979) Plenitude ( Wanted ! )

Baby Consuelo

Fluminense de Niterói, começa a tocar violão e cantar ainda na escola, vencendo um festival de música de Niterói aos 14 anos. Mudou-se para Salvador em 1968, depois de incorporar o nome artístico Baby Consuelo. Na Bahia conheceu o guitarrista do grupo Novos Baianos, Pepeu Gomes, com quem se casou. Também passou a fazer parte dos Novos Baianos como vocalista e com eles se mudou para o Rio de Janeiro. No final dos anos 70, com o fim do grupo, partiu para carreira solo com o marido, obtendo muito sucesso com as gravações de "Menino do Rio" (Caetano Veloso) e "Todo Dia Era Dia de Índio" (Jorge Ben Jor). Gravou regularmente até 1986. Na década de 1990, realizou uma peregrinação à cidade de Santiago de Compostela (Espanha), passando a adotar, em seguida, o nome artístico de Baby do Brasil. Em 1997 gravou "Infinito Circular", um reencontro dos Novos Baianos, lançou um "Acústico Ao Vivo" e um CD de música pop ("Um").
Em 2000, se converteu ao protestantismo e lançou o CD "Exclusivo para Deus". Três anos depois, tornou-se pastora e fundou a igreja evangélica "Ministério do Espírito Santo de Deus em Nome de Jesus".

-


Robertinho de Recife

Começou a carreira cedo, como guitarrista prodígio e virtuose. Aos 12 anos já se apresentava tocando com os pés. Na sua vida profissional já fez de tudo um pouco: tocou em bandas pop nos Estados Unidos; estudou música sacra no seminário; acompanhou alguns ídolos da Jovem Guarda, como Jerry Adriani e Rosemary; tocou blues, jazz e country em transatlânticos que faziam cruzeiros pela costa brasileira; foi músico de estúdio, tocando estilos radicalmente diferentes em discos de Hermeto Pascoal, Cauby Peixoto, Jane Duboc e Os Fevers; tocou música infantil e heavy metal; lançou o disco "Rapsódia Rock", com shows que incluíam uma orquestra e em que se apresentava vestido de Mozart. Atualmente trabalha também como produtor ("Flor da Paraíba", de Elba Ramalho).

-